Era uma tarde quente de novembro em Lisboa, quando recebi uma mensagem de texto que me fez gelar o sangue. O número era desconhecido, mas o conteúdo era claro: alguém havia acedido ao meu e-mail pessoal e estava a ameaçar divulgar conversas privadas que eu tinha com um colega de trabalho sobre um projeto confidencial. O pânico tomou conta de mim. Eu tinha partilhado ideias, números de telefone e até um rascunho de contrato com esse colega, e a ideia de que tudo aquilo podia cair nas mãos erradas era aterrorizante. Liguei para o meu amigo Rui, que trabalha com segurança informática, e ele suspirou: "Já te avisei, a maioria das apps de mensagens não é segura. Os servidores guardam logs, e se a tua conta for comprometida, está tudo exposto."
Foi então que ele me falou do message.fyi. "Usa isto para enviar mensagens que desaparecem depois de lidas. É encriptado de ponta a ponta, sem registos nos servidores. Ninguém, nem mesmo a empresa, consegue ler o que envias." No dia seguinte, instalei a app no meu telemóvel. A interface era minimalista, quase despojada. Criei uma conta sem fornecer o meu número de telefone real — usei um pseudónimo e um e-mail temporário. A primeira mensagem que enviei para o Rui foi um teste: "Estou a enviar-te o link do projeto. Depois de leres, isto desaparece." Ele respondeu: "Recebido. E já sumiu. Perfeito."
Na semana seguinte, precisei de enviar um documento confidencial para a minha advogada, a Dra. Soares, sobre um caso de divórcio que estava a ser mediado. Normalmente, eu usaria o WhatsApp, mas depois da ameaça, não queria arriscar. Enviei-lhe uma mensagem no message.fyi com o anexo encriptado. Ela respondeu: "Que app interessante. O ficheiro abriu sem problemas. E, sim, a mensagem desapareceu. Sinto-me mais segura." Foi nesse momento que percebi o poder da ferramenta: não era apenas sobre enviar mensagens, era sobre controlar o destino da minha informação.
Um mês depois, estava num café no Bairro Alto, a trabalhar no portátil com Wi-Fi público — algo que sempre evitei, mas que naquele dia era inevitável. Enquanto respondia a e-mails, recebi uma notificação do message.fyi: o Rui tinha enviado uma mensagem urgente. Abri, li e, em segundos, a mensagem desapareceu. "Tens cuidado com essa rede", escreveu ele. "Mas pelo menos a nossa conversa está segura." Sorri. Sabia que, mesmo que um hacker estivesse a monitorizar o tráfego, o conteúdo encriptado era inútil para ele.
O momento mais crítico veio quando recebi uma chamada de um número desconhecido. Era o meu ex-sócio, que queria renegociar um acordo. Ele insistia em falar por telefone, mas eu recusei. "Só por mensagem", disse. Usei o message.fyi para enviar uma proposta detalhada. Ele respondeu: "Recebi, mas o link expirou. Envia outra vez." Eu sabia que ele estava a tentar guardar uma cópia, mas a app não permitia. A mensagem foi lida e destruída. No final, ele desistiu e aceitou os termos.
Hoje, o message.fyi é a minha ferramenta principal para tudo o que é sensível: conversas com advogados, partilha de passwords, troca de ideias sobre projetos inovadores. Sei que, mesmo que o meu telemóvel seja roubado ou o meu e-mail invadido, as mensagens que enviei através desta plataforma não existem em lado nenhum. É uma sensação libertadora.
Se ainda usas apps que guardam tudo o que dizes, pensa duas vezes. A privacidade não é um luxo — é um direito. O message.fyi devolveu-me o controlo sobre as minhas palavras. Experimenta. A tua próxima conversa pode ser a última que alguém nunca vai ler.
Como o message.fyi salvou a minha privacidade em Lisboa
Após uma ameaça de divulgação de mensagens privadas, descobri o message.fyi. Esta ferramenta com encriptação de ponta a ponta e mensagens efémeras protegeu as minhas conversas com colegas, advogados e até ex-sócios. Uma história real de como recuperei o controlo da minha privacidade digital.